Roland e José – ou: o que A Torre Negra e a poesia brasileira têm em comum para uma mente dada a viajar?

Em nome da honestidade literária (não sei se o conceito existe realmente, mas, ainda que não, ele faz algum sentido para quem o lê, o que é o bastante), aviso que este post é sobre nada. Trata-se de apenas mais uma divagação minha que gostaria de transpor ao papel.

Falo aqui de uma associação baseada puramente nas palavras de dois textos, uma associação que conduz a uma correlação entre dois personagens que nada teriam em comum  exceto em minhas ruminações disparatadas e sem qualquer rigor intelectual.

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