Além do Sol e da Lua – Capítulo 4

CAPÍTULO IV- Fuga honrosa

Tiberia 2

Dum… Dum… DUM! Investidas ritmadas contra a madeira. DUM… DUM! Encontravam vigorosa resistência, de sorte que a labuta de aríete humano teria de prosseguir indefinidamente. DUM! Entrecortados, distinguiam-se lamúrias e gemidos. DUM!! E rangiam dobradiças de ferro. DUM!!! Alguém praguejava com uma voz embargada, em meio a interrupções em que parecia cuspir. DUM!!!!

BLAM!! Enfim a porta desabou, mas nenhuma poeira soergueu-se em resposta. O armazém do Sr. Cahtóris era simplesmente limpo demais… O baque fez tremer a sineta da entrada e às quase inaudíveis boas-vindas sobrepujou-se o esbravejar de Ulderik:

– SÓ AGORA DECIDEM APARECER, MOLENGAS?! Droga… Agora é tarde. Ele escapou – escarrou sangue mais uma vez, asseando depois a boca e o queixo na gola da camisa.

Como estacas, os recém-chegados fincavam os pés sobre a porta tombada. Imponentes estátuas banhadas em bronze. Uma cota escamada e tosca recobria-lhes o corpo, desde a cabeça; portavam botas e luvas pesadas, de um metal sem lustro; cimitarra e besta às costas; no peito, na túnica castanha, a estampa da pata de urso negra, o símbolo de Tiberia[1]. Os olhos e face de ambos denunciavam uma inexpressividade digna da férrea disciplina com que haviam sido adestrados. Sob aquela armadura, no entanto, exalavam um ar de severa autoridade. Talvez devessem isso às feridas no orgulho de sua ordem, brotadas do incidente do semielfo fugido. Não tolerariam o desacato nem sequer permitiriam a fuga de um segundo pivetinho desgraçado.

– O que disse, insolente? – murmurou um dos guardas, estreitando as pálpebras em desaprovação.

– Você… ouviu… b-bem… – arfou o homem; o sangue que lhe abundava da boca incitava ânsia de engasgo. – O maldito… fugiu… vocês demoraram…

– Fugiu, é? – O outro guarda esboçou um risinho desdenhoso. – Você disse que o semielfo era um garoto. Um garoto. É verdade então que vocês deixaram um pirralho escapar?! Aí topamos com os dois mais esculachados do que se tivessem enfrentado um grupo de rufiões armados até os dentes! Não venham nos censurar, pois a escória aqui, na falta do semielfo, é composta por vocês, e apenas por vocês.

A voz do segundo espadachim variava entre o tenor e o contralto. Demasiado fina, prejudicava o potencial respeito que ele supunha inspirar. Entretanto acertara em sua observação: qualquer um, se ignorante acerca das circunstâncias e eventos ali desenrolados, julgaria ter ocorrido um massacre no outrora impecavelmente tranquilo armazém. Essa impressão se provaria adequada, não fosse o tom levemente desproporcional da palavra massacre. O ideal seria argumentar que houve, de um lado, incompetência e prepotência e, de outro, sagacidade e oportunidade.

– Basta! – vociferou Goethig, que com uma das cordas designada a Seth procurava estancar o sangramento da perna. Parecia mais do que disposto a assumir o comando do debate, agora que seu parceiro estava batido e impossibilitado de lançar suas tiradas geniais. – Faz menos de três minutos que o vermezinho pulou janela afora. Não deve ter ido longe, porque o algemamos e o despimos da capa que lhe acobertava a repulsiva aparência. Acho que deviam pôr-se em seu encalço, senhores. Afinal, caso se propaguem rumores a respeito de um novo fugitivo, as críticas não recairão sobre nós, escória, mas sobre o tão valoroso brio da Guarda Tiberiense… Quanto mais será que a instituição aguenta antes de ser extinta? – e gargalhou com seu jeito de hiena, que agora se assemelhava bastante a um choramingar disfarçado.

O primeiro guarda dispensou um olhar ainda mais fechado ao gracejo, do que se deduzia ter ele contraído as sobrancelhas, de ira.

– Mal consigo imaginar o porquê de vocês terem trancado a porta – reclamou, ao que Goethig calou-se. – Receavam que o fedelho se espremesse por sob suas pernas e escapulisse pelo buraco da fechadura?! Idiotas! Só nos atrapalharam, imbecis!

Satisfeito em finalizar a discussão, dirigiu-se ao colega:

– Siga pela ruela para encurralá-lo. O beco é sem saída. – E atravessou a janela.

Ulderik e o outro, confusos, trocaram feições inquisidoras: nenhum deles havia chaveado a entrada! Do espanto à frustração e dela à fúria, o homem de um olho só rangia os dentes: faltavam-lhe dois. Exclamou ao por fim sobrevir-lhe a compreensão:

– Maldito seja, velho! – Cuspiu mais sangue e extraiu um terceiro dente, agora um incisivo. – MFALDXITO FERFME!

Tiberia 3

Seth não ficara parado durante esse ínterim. Assim que respirara o perfume da tardinha que se ia, solicitara a Lao que lhe desatasse os pulsos. Mesmo para o cão que, havia pouco, quase dilacerara um tornozelo protegido por bota de couro, a tarefa tomara uns minutos. Orelhas vigilantes, o garoto ouvira o dundundum contra a porta, o estampido de sua queda e o prelúdio do grasnar de Ulderik. À primeira estrela a fulgurar no céu (além da constante Sihibërla), o semielfo já disparara pela rua, seguido do cachorro. Não esperara pelo hienar de Goethig nem pela réplica do guarda. Por sorte, escolhera a rota certa. Mas, por azar, assomava em seu caminho, a espada desembainhada, um guerreiro de bronze.

Freou imediatamente. Conhecia o uniforme da Guarda Tiberiense e calculava que, apesar de a destreza dessa companhia de esgrimistas ter-se perdido com os anos, suas cimitarras, sempre amoladas, não se teriam privado do fio. Sobretudo, tinha consciência de estar exposto e desarmado. Deu meia-volta para entrever uma segunda pata de urso emergindo da escuridão. O sujeito a sua frente tateava o dorso com vistas a sacar o próprio aço.

Uma brecha! Era sua chance! Não iria desperdiçá-la. O menino não pensou duas vezes e sussurrou para Lao: – Não pare de correr, vamos driblá-lo. – E no limite daquele instante em que o espadachim alcançou o cabo da arma, bem naquele estreito vazio entre o muro de casas e o corpo do segundo guerreiro, Seth passou rápido, agachado e silencioso, como uma sombra, como a sombra de uma sombra.

O guarda piscara. Inexpressivo, não pôde revelar a surpresa que sentiu ao perceber que o fugido continuava a sê-lo. O companheiro, porém, tinha uma vaga noção de que o semielfo não se desmaterializara sem mais. Somando sua certeza de que ele não lhe cruzara o posto ao vislumbre relanceado de algo se esgueirando para as profundezas do beco, ele liderou a dupla na perseguição.

O vislumbre do guarda correspondia ao cão, que em movimento não conseguia ser tão sorrateiro quanto o dono. Pois este fora educado por um exímio gatuno, e também homem de armas, zeloso guardião, filósofo minimalista, harpista, ébrio contumaz, entre outras qualificações que Seth suspeitava desconhecer em Mestre Paetros. Embora volta e meia empregasse seus dotes em fins longe de moralmente louváveis – a exemplo de voluntariamente se trancar no porão de uma taverna de Tiberia –, fora Marco quem ensinara ao semielfo que: – A depender da conjugação de luz e penumbra, seus olhos e cabelos resplandecem, de maneira que, não lhe importa a perícia, a dissimulação fatalmente ruirá. Contudo, se trabalharmos direito, você será capaz de discernir os pontos cegos dos adversários e transformar a prata em espelho envolto em trevas.

O garoto não dominara ainda a Técnica dos pontos cegos – nome que o Mestre insistia em adotar, evocando o pedantismo de sua autoproclamada erudição –, e era raro que seus planos dessem certo, mas sabia que na fuga recém-empreendida tudo funcionara conforme o desejado. Sabia que Lao provavelmente fora visto, apesar de sua agilidade. Sabia também que, não obstante, deixara os guardas um tanto desnorteados, porque enfurnados em bronze tal como estavam, seus pontos cegos multiplicavam-se sistematicamente. Só não sabia que o trajeto o conduziria a lugar nenhum. Que de fato o beco era sem saída, conquanto o termo bloqueado definisse melhor a infinidade de entulho que se amontoava naquele canto baldio.

Havia caixas acima de caixas, suportando sacos e mais sacos do que quer que contivessem; barris entremeados, rolos de tecido e pilhas de papel, tábuas de madeira e placas de metal; garrafas vazias e cheias, pacotes abertos e fechados; tudo, tudo como também nada, já que nada é nada mais do que tudo sem significado. E todo aquele material, desprovido de importância e, portanto, de conteúdo, era simplesmente vácuo. Nada. Relegado ao escuro e ao esquecimento, às moscas e aos ratos, a muralha de lixo suplicava por atenção. Afinal, os detritos orgânicos apodrecendo exalavam um odor nauseante. O nada cheirava, e cheirava mal. Aliás, era impossível negar que o vácuo ocupasse espaço, pois do contrário o menino não estaria encurralado, bastando-lhe então prosseguir a corrida para salvar-se.

– Não pare de correr, Lao! – bradou Seth. Não, ele não substituíra a razão pelo desespero. Sobre as turbulências daquele dia, sobre o âmago conturbado e sobre o monte de sucata, ascendia uma determinação fervilhante, distinta dos passageiros espasmos de coragem que experimentara. As íris faiscavam de novo, porém não havia ninguém para vê-las. Agora o semielfo não permitiria que o fulgor delas minguasse. Assim, pôs-se a escalar o entulho: mão direita e mão esquerda; pé direito e mão direita; mão esquerda e pé esquerdo. Não vacilou, e garrafas rolaram, estilhaçando-se ao chão, e sacos rasgaram-se, despejando grãos enegrecidos e viscosos morro abaixo. Tomado de asco, o garoto exultou ao atingir o topo. Todo aquele ar fétido e denso não pairava alto o bastante para violar a pureza das estrelas.

O frescor da noite anunciava muitas luzes, nem todas no céu. Seth galgou um último degrau, uma caixa de ferro semiderretida, visando a casa ao sul. Do privilegiado sítio com vista panorâmica, ele encarou o cenário cinzento. Os telhados, coloridos até o Haureanöx, empalideciam no anoitecer sem Lua. Com suas vestimentas espalhafatosas, os turistas – o grosso dos transeuntes – recolhiam-se às pousadas a fim de arrumar-se para o Festival Escarlate. A vivacidade das horas diurnas dava lugar a uma iluminação não menos brilhante, mais deslumbrante até, algo estranha, quiçá. Quer dizer, estranha para o semielfo, que jamais apreciara a beleza da Tiberia noturna.

E com o fascínio da criança que era, ele admirou as janelas amareladas, molduras dos fogos dos lares e do calor das famílias; admirou a centelha do candeeiro que perambulava pelo mosaico das ruas, acendendo as lamparinas vermelhas ao longo delas; admirou o clarão da grande fogueira, na Praça Central, as línguas de fogo lambendo o escuro; admirou a fina tira dourada, no oeste, resquício do breve crepúsculo a abandonar a terra; admirou as raras estrelas que ousavam competir com as luzes da civilização… E ao firmamento ainda pertenciam seus olhos, cintilantes, embora naquele momento mais se motivassem pelo esplendor urbano do que pela valentia misteriosa de havia pouco.

Tiberia 10

Dez segundos. Durante os dez segundos de contemplação, o menino sentiu dissolver a couraça que lhe toldava a natureza pueril, a couraça de “adulto-durão-e-metido-a-lobo-solitário”, que fazia ricochetear qualquer postura estrangeira, tida como potencialmente ofensiva. Tola era essa xenofobia, claro, porque era mero instinto à hostilidade do mundo – de que não só fora avisado, mas que também recentemente revirara suas entranhas. Entretanto, justamente pelo teor de tolice – e as tolices, teimosas, tendem a perdurar mais do que as atitudes sábias –, a proteção sobreviveu ao espetáculo de chamas da urbe.

Lao latiu e os dez segundos foram bruscamente cortados. O cão chegara ao topo antes do garoto, subindo com saltos e garras e impulsionado pelo olfato, em demasia sensível ao fedor insuportável do lixão. No átimo a couraça de Seth reconstituiu-se.

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[1] A palavra tiberia deriva do élfico ttibë’ria, o coletivo de urso, por vezes traduzido como “covil de ursos”. Consta que, quando da fundação da cidade, o vale onde se fixaram os colonos era habitado por muitas famílias desses animais. A maioria foi exterminada e o restante expulso e, durante certo tempo, o comércio de peles raras constituiu a principal fonte de riqueza local. Contudo, volta e meia ursos tendiam a ser avistados nas proximidades da aldeia, e não eram poucos os relatos de ataques e mortes. Em resposta ao medo e reivindicações dos habitantes, logo se organizaram pequenos grupos de caçadores, que dependuravam troféus de pata de urso nos cintos; eis os primórdios da Guarda Tiberiense. A vila recém-nascida cresceu, sua prosperidade atraindo incontáveis imigrantes, atrás das oportunidades que o desconhecido generosamente parecia oferecer. E estradas foram traçadas. E a fronteira agrícola avançou do sul, ocupando o trigo e a cevada o lugar das ervas e raízes de antes, bois e vacas substituindo os antigos moradores silvestres. A muralha de Tiberia foi construída e, de repente, percebeu-se que a floresta de coníferas recuara, restrita então a focos esparsos no norte. Essas são as causas da calvície que, hoje, faz erguerem-se ilhas rochosas das marolas do capinzal.

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10 respostas em “Além do Sol e da Lua – Capítulo 4

  1. Chegueeeeeeeiiiiiiii para ler esse capitulo. Lembrando que eu já li e irei ler novamente o cinco. Uma pergunta: Você mesmo que fez essas ilustrações? São lindas.

    • Não, não. Não sou eu quem faz, não. Quem me dera, rs! Algumas são encontradas aleatoriamente no google imagens e outras no Deviantart – e, neste último caso, repare que quando vc passa o cursor do mouse sobre elas, aparece o site de onde vieram. Ainda tenho de ajeitar todas e colocá-las linkadas aos respectivos endereços de origem, para que os interessados no trabalho possam conferir outras obras do autor e prestigiá-las. 🙂

  2. É, notei mesmo que alguns diálogos são grandes, no entanto… Estão bem construídos. Fora a personalidade dos personagens. No capítulo anterior vi que os semielfos tem um grande valor, porque Seth foi capturado. Esses semielfos são uma mistura de humanos com elfos? E por que tem um grande valor?

    Gostei do homem de um olho só. Em certas partes me lembrei de outros contos teu. Como céu azul e o duelo entre os espadachins. Achei apenas desnecessário repetir como uma sombra, como a sombra de uma sombra. É que eu costumo repetir em alguns contos meu e ai, eu acabei pegando aversão. Acho que ficaria melhor se tirasse e deixasse apenas como uma sombra.

    Adorei a técnica dos pontos cegos. (Lembrei-me de alguns animes que eu curtia muito na infância). Gostei da xenofobia de Seth, muito bem construído os aspectos defensivos de sua personalidade. Seth não gostava de humanos? Oo,

    Gostei do capítulo. Compartilharei nas redes sociais e amanhã lerei o cinco. Boa estrutura tu tens para construir histórias dignas de livros. Nem tenho mais o que dizer, se eu tivesse essa paciência pra editar todo o dia meu conto. Eu realmente faria isso todos os dias, mas sou do tipo que escreve rápido e deixa para editar depois, rsrsrs… Mas no mais, valeu ai, e, por favor, agora que tu sabes o segredo do enigma, não diga para ninguém. Rsrrsrsrs… Muito boa sua ajuda e eu fiz umas mudanças lá nos sete enigmas, introduzi o Loki e coloquei o enigma no começo. Se der, te mando uma cópia para ver como ficou. Mais uma vez, foi bom conhecer um cara como você lá no ONE. Se puder, leia 2034 – Uma nova humanidade – Neste estou usando narrativa e linguagem em primeira pessoa. E se der, vamos filosofar em Ser ou não ser – a eterna filosofia. No mais, muito obrigado e abraços! E quando sair Além do sol e na lua nas livrarias, irei comprar. Fui!

    • Bem, vamos por partes. Primeiro, obrigado por ler e comentar, Claudeir. E pelos elogios também! 🙂

      Por que os semielfos têm grande valor? No contexto da cidade de Tiberia (que já está sob a supervisão dos Cavaleiros Escarlates), há mesmo recompensas pela captura dos semielfos. Então eles têm algum valor pecuniário. Alguns semielfos servirão de entretenimento para o povo nas execuções públicas na Arena. Outros serão levados pelos Cavaleiros para cumprir outros propósitos – que Seth ainda desconhece.

      Sobre o “como a sombra de uma sombra”, tem razão! Obrigado por apontar. A ideia era juntar uma metáfora com… sei lá, um paradoxo, porque não existe isso de sombra de uma sombra. Mas, verdade, a repetição faz mal aos ouvidos de quem lê. Vou ajeitar.

      Yep, a “técnica dos pontos cegos” deve ter surgido de minhas experiências com animes. 😛 A meu ver, achei que ela ficou meio deslocada; o título ficou um pouco irrealista também (daí a explicação sobre a pretensa erudição de Marco). Contudo, não quis abandoná-la, pois ela será aproveitada mais tarde.

      Sobre se Seth não gostava de humanos: pois é, exato! O Seth não percebe que, quando pensa em si como oprimido e pobre coitado – e acaba temendo e condenando todos os humanos e elfos, julgando-os potencialmente maus -, está sendo, ele mesmo, preconceituoso. Ele é refém do preconceito da maioria, mas ignora que, com essa atitude, também nutre lá seus preconceitos. Isso vai ser abordado no capítulo 5 – e, beeem mais tarde, quem vai chamar a atenção do Seth para essa questão vai ser justamente um anão (mas essa cena só está planejada ainda, não a escrevi).

      Pode deixar, não contarei o segredo, rs!
      Checarei seus contos. Agora que as provas terminaram pela semana, darei uma passada no ONE para me atualizar. 😉

      Hehe, e que as editoras te ouçam, Claudeir! Bem gostaria de ver o romance publicado também. 😀

  3. Lembrando que achei as onomatopéias no começo bem empregadas. Confesso que gosto de vê-las em gibis, mas nos meus contos faço uso delas, rsrsr… E, você fez bom uso delas. Parabéns!

  4. Por que o amigo não posta seus contos no Recanto das Letras. Tenho postado alguns textos e contos meus por lá. Tu estás convidado. Bom que poderás receber mais comentários de mais leitores. No mais, agora sério mesmo. Fui! 🙂

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