Além do Sol e da Lua – Capítulo 3

CAPÍTULO III- Sombra sob a luz do lustre

De volta à loja contra a vontade, o garoto foi jogado rudemente no chão, depois de os homens terem arrancado sua capa. A surpresa nocauteara seu raciocínio, e agora o lustre justo acima de si lhe ofuscava a vista, enquanto ele assistia prostrado a seus captores destroçarem sua austera companheira de viagem. E eis que, miúdo e indefeso, Seth prendeu o fôlego à medida que o coração acelerava e as veias dilatavam. Pulsava-lhe no sangue um medo maior do que o terror que lhe injetaram Hidëo e Atröxis: pânico. Pânico nauseante. Não tinha a menor noção do que fariam com ele. Mestre Paetros prevenira-o acerca do “tratamento nada gentil” reservado aos semielfos, mas nunca entrara em detalhes; e o menino, sensato, jamais nutrira curiosidade sobre o assunto.

Encolheu-se e esquadrinhou o panorama. Percebeu que por detrás do balcão o Sr. Cahtóris encarava-o com pena e, da palidez anormal de sua pele, deduzia que estava tão assustado quanto ele próprio. Não, o garoto não podia esperar o socorro do velho. Não devia. Afinal, o negociante lhe avisara, dissera que nada poderia fazer se a dupla decidisse agir… “Mas e daí?” Desde que Marco se fora o semielfo só podia contar consigo mesmo ou com o irmão. Contudo Berek não estava ali para salvá-lo. Seth estava sozinho, e sozinho sairia da enrascada. Só desejava que o Sr. Cahtóris parasse de mirá-lo com tanta piedade! “Não estou morto ainda, não é?!”, refletiu. “Não vou morrer aqui nem agora! Não me olhe assim, droga! Não sou digno de pena nem pretendo sê-lo. Não quero sua ajuda, senhor. Não preciso dela.”

Era um semielfo, sim! E era um semielfo orgulhoso.

Uma centelha de coragem ardeu-lhe no peito e extravasou para fora. A determinação perpetrou-se em sua face e, ao contemplá-la, o comerciante ficou desconcertado. Pois mesmo após piscar várias vezes para certificar-se de que não estava imaginando coisas, ele ainda conseguia vê-las. Não saberia explicar o porquê, mas agora ele não mais arrostava vidro embaçado, não mais arrostava íris nubladas. Por um fugaz momento, pareceu-lhe que dois brilhantes medalhões de prata estavam a retribuir-lhe o olhar – e dele o Sr. Cahtóris desvencilhou-se assim que pôde.

– Por quanto tempo presumiu que manteria seu disfarce, verme? Panos não escondem o fedor de seu sangue. Qualquer um o sentiria a uma centena de quilômetros!

A voz reverberou como um gongo e atiçou a audição de Seth com a intensidade da badalada de um soberbo sino-relógio clerical. Correspondia ao sujeito com as bandagens. O outro, risonho que nem uma hiena, deixava cair os farrapos de tecido negro por entre os dedos de unhas sujas.

– Não vai se manifestar? – Cuspiu. – Bastardo impuro. Aposto que concorda com tudo o que dissemos, não é? – Gargalhadas estridentes do colega. – Ou talvez não saiba falar… Heh! sim, geralmente os vermes não têm capacidade de fala… Apenas grunhem feito os animais que são!

Mudo, o garoto fitava os homens com um olhar penetrante, exibindo o que acreditava ser uma pose de desafio.

– Ou quem sabe… esteja com medo? É claro! Desconfio que eu tenha acertado em cheio, não é? Heh! sim, você tem medo. Tem medo que nem um cordeirinho cercado por vorazes lobos. – Aparentemente o zombador gostava de responder às perguntas que propunha e rir das piadas que lançava. “Hábitos odiosos”, concluiu Seth. – Contudo você sabia perfeitamente que a toca da matilha era perigosa e ainda assim se aventurou a nela adentrar. Receio que deva ser… PUNIDO! E tenho certeza de que aprenderá uma lição permanente e jamais tornará a pisar nesta casa, nesta cidade… NESTE MUNDO! Nada disso pertence a um verme feito você!

O menino notava que sua atitude de nada adiantava. A dupla não seria intimidada por um pirralho metido a valentão. Porém não havia estratégia alternativa – nenhuma que Seth enxergasse, pelo menos. Logo, se ele agora estava fadado a sofrer nas mãos daqueles sujeitos irritantes, preferia enfrentar esse fardo com dignidade a acovardar-se. E assim se portou.

Para os homens, decerto era frustrante confrontar tamanha resistência a humilhações. Era como se existisse uma muralha invisível entre eles e o semielfo. Mas o das bandagens sabia que toda barreira possuía um ponto vulnerável. Oh, sim, aquilo era tão certo quanto seu olho esquerdo era ruim. Bastava-lhe descobrir a brecha, e a proteção se esfacelaria que nem um torrão de areia. Umedeceu os lábios, ao que o garoto preparou-se para uma segunda rodada de escárnios. Nenhum veio. O homem elevou a palma:

– Quieto, Goethig! – Ao gesto e à palavra, o parceiro calou as risadas que perduravam sem trégua.

Seguiram-se ágeis segundos de quase pleno silêncio. Lá fora, Lao rosnava e arranhava a porta.

De súbito, através da janela aberta, uma rajada de vento morno invadiu o armazém, ao que as flamas das velas tremeluziram em resposta, mas não se extinguiram, e a claridade mudou de tom brevemente. O semblante do zombador também se alterou: sua expressão idiota tornou-se cruel e maligna. Aterradora. Ele aproximou o sorriso repelente de Seth, que tentou inutilmente arrastar-se para longe. Detido, o menino ouviu os nós dos dedos do homem estalarem quando envolveram seu pescoço. Debatia-se em vão. As mãos pequenas buscavam afastar o braço forte. O cérebro exigia o oxigênio que se esvaía a cada expiração.

Era isso, então?! Toda sua valentia resumia-se nisso? Iria morrer assim? “Que patético…”

– Ei, Ulderik, cuidado para não matá-lo – disse Goethig. – Ele vale mais vivo, você sabe.

– Sim, sim, eu sei! Apenas quero aplicar-lhe minha punição. Creio que eu, tanto quanto os Cavaleiros, tenho o direito de julgá-lo. Então, verme, onde está sua pose agora, hã? Aliás, onde estão seus modos?! Suponho que seja pedir demais a um vermezinho imundo, a alguém mais podre que um porco chafurdando na lama, a um mestiço inculto feito você… Sim, talvez seja pedir demais, no entanto- no entanto… – prosseguiu com jeito irônico – ordeno que ao menos nos saúde. Sim, ordeno que nos trate com deferência, que se curve perante nós tal como faria perante reis, perante deuses!

A situação beirava o insuportável. Sem mencionar a evidente e crescente dificuldade em respirar, o garoto ainda precisava lidar com o bafo fétido penetrando-lhe as narinas. E, para piorar, as gargalhadas afetadas haviam retornado, e mais agudas.

– Vamos, moleque! – instigava. – Curve-se! De joelhos agora! Vamos, verme! Diga algo! Grite, chore, implore por clemência! Estamos todos ansiosos para escutar sua voz, por mais repulsiva que seja. VAMOS! Seus pais não lhe deram educação? Somos superiores, você nos deve respeito, fedelho dos infernos!

Fez uma pausa, como que raciocinando. Aí continuou, trincando os dentes:

– Se bem que, levando em conta seu sangue impuro, as aberrações que lhe deram origem devam ser tão insolentes quanto você, não é? Imagino que sua mãe tenha sido violada incontáveis vezes e, em consequência, rejeitada por família e amigos, resolveu arranjar-se com o sujo do seu pai. Passei perto da verdade, não é? Alguns provavelmente os chamam de ousados, outros de… er… diferentes, mas eu os chamo de errados, imundos, pois é isso que são. Eventualmente você deve ter sido abandon-

Não pôde terminar a frase. Havia algumas palavras Seth já atingira seu limite e, desde esse ponto, vinha meditando sobre a melhor maneira de despejar naquele homem todo seu ódio. E este tomou a forma de um cuspe certeiro, que descreveu uma parábola até o olho descoberto.

– MALDITO! Insolente! – grasnou um praticamente cego Ulderik. Sua mão direita largou o menino de imediato para assear a cara, enquanto o dorso da esquerda desferiu um tapa de quebrar ossos.

– Covarde! Deixe o garoto em paz! – Era o Sr. Cahtóris quem se pronunciava; não mais podia conter-se, pelo visto.

– Fique fora disso, velho! – retrucou Goethig. – Proteste e será considerado um Infiel.

O comerciante retraiu-se à menção de tal nome. Entretanto não fora essa a única razão: ante o golpe, Seth não virara o rosto nem se encolhera, não urrara de dor nem lágrimas rolaram. Apesar do corte no lábio e do roxo feio avivando-se na bochecha, sua face estava impassível. Nas íris, o vislumbre da prata resplandecia.

– O que há de errado com você, fedelho?! – ensandecia-se um Ulderik mais espantado do que o vendedor. – Não sente dor? NÃO SENTE DOR?! Não, não é isso. – E riu-se de um gracejo que só ele parecia entender. – É CLARO QUE NÃO! – gritou para si. E gargalhava alto, um riso artificial e desgostoso, como se buscasse preencher o vazio deixado pelo agora silencioso companheiro. A boca deste, contorcida, e o semblante lustroso de incredulidade incutiam-lhe a aparência de semimorto. – VAMOS! ATÉ OS VERMES SENTEM DOR, NÃO É?! Por acaso está fingindo, maldito? Fingindo que aguenta a dor, É ISSO?

O semielfo nada respondeu, apenas encarou e encarou. Com seu vozeirão e lógica pobre, Ulderik tencionava reaver racionalidade àquela realidade incoerente. Porque ele tinha certeza de que espancara o menino com toda a força.

– Heh! é audacioso, percebo. Não costumo gostar de arrogantezinhos que não conhecem o devido lugar. Todavia… ACHO QUE VOCÊ PODE ME DIVERTIR UM POUCO MAIS! – Sucederam-se mais cinco tremendos tapas. – Não pararei- até ouvir- seu pedido- DE CLEMÊNCIA!

Não funcionava. Nenhum ai, nenhum pio foi emitido. Um soco no nariz: e nada. Dois chutes entre as costelas… e um risinho proveio da garganta de Seth, como se os pontapés estivessem a fazer-lhe cócegas. O brilho misterioso nos olhos do semielfo não sumia, e foi só isso que impediu o Sr. Cahtóris de intervir de novo.

– Como você- por que você- por que não grita, por que não chora, por que não pede socorro, moleque? Por quê? POR QUÊ?!

Cansou-se de insistir. Recuou um passo, vacilante. Piscava com frequência e às vezes desviava o rosto. Estendeu o braço direito, ligeiramente trêmulo, intentando espanar o garoto de sua vista. Queria desesperadamente reconstruir aquela barreira invisível de havia pouco – e que ela não fosse invisível, mas opaca e densa, qual uma resistente muralha esculpida na rocha nua. Por que aquele olhar fazia-o tão fraco, impotente, esgotado? O que havia de extraordinário no semielfo a sua frente? Se o vermezinho era inferior, nojento, abominável, por que não mais demonstrava medo?

Ulderik deu as costas àquele monstro repugnante. Que ficasse no chão! Já o tinha castigado, afinal. Já o tinha aviltado e escorraçado até contentar-se, não tinha? O menino sanguinolento e com ambas as bochechas inchadas não era mais problema seu. Bastava alertar a cavalaria e a recompensa seria sua – descontando a obviamente mísera parte de Goethig. Este último engoliu de reflexo, o que deu azo a Seth para recompor-se. O garoto então limpou o sangue que lhe escorria pelo queixo e abaixo das narinas, e cerrou as pestanas; uma lágrima solitária brotou; a prata de seus olhos apagava-se.

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10 respostas em “Além do Sol e da Lua – Capítulo 3

  1. Olá Rodrigo!

    Vi que publicou o terceiro capítulo e não perdi tempo. A história que estava em um estado de prólogo agora começou a engrenar e está ótima. Você conseguiu envolver bem o sentimento de Seth e o melhor não desembocou em um clichê, já que enquanto o garoto com seu orgulho apanhava e encarava o adversário, imaginei que faria alguma coisa extraordinária e se salvaria. Mas, o final desembocou em algo entre a sorte e a força de vontade dele. Ficou ótimo.

    • Fala, cara! Pois é, a publicação está mais adiantada aqui no blog. Como no ONE eu tenho de ficar dividindo em partes para que cada capítulo não fique num tamanho monstruoso (XD), o resultado é que o número de textos a publicar aumenta bastante, e seria apressado publicá-los lá um atrás do outro. Estou pensando em fazer uma parte/semana lá, mas aqui vou ver se continuo num ritmo mais acelerado. (Na prática, no blog também tenho repartido os capítulos, mas em páginas.)
      Agora, ao comentário. Verdade, acabei deixando o Seth à mercê dos captores, primeiro para dar um vislumbre do tratamento dispensado aos semielfos, e segundo porque… bem, ele realmente é um fracote neste momento, não conseguiria se safar sozinho, hehe! E quanto a uma “coisa extraordinária” acontecer, há indícios no capítulo de uma “força sobrenatural” emanando do Seth, só que ainda beeem incipiente. A verdade é que ainda não sei o que fazer com ela. A ideia surgiu espontaneamente e eu a acolhi e tal, mas ela não se encaixa nas “regras” do universo que eu tinha em mente. Enfim, ainda estou meio perdido neste ponto, mas preferi não mudar nada por enquanto…
      E, cara, muito obrigado pelo elogio e, sobretudo, por estar acompanhando. Vlw mesmo! 🙂 Ah, e certamente retribuirei sua visita ao blog!

  2. Agora cheguei pra continuar lendo e já tenho uma pequena duvida logo de cara. O que é Hideo e Atroxis?
    Achei interessante a personalidade do Seth, transmitida pelo foco narrativo. Ou seja, um semielfo corajoso, audacioso e ao mesmo tempo ingênuo. Demonstrando seus dois lados, o forte e o seu lado fraco, que por alguma razão, este personagem sempre acaba entrando em alguma enrascada. Berek por outro lado, tenho a impressão de que seja o cara que talvez mais vai ajudar Seth.

    Cara, eu achei uma tremenda covardia o modo da humilhação que fizeram com o coitado do semielfo. Transmitiu um sentimento de raiva desses homens que ficaram o humilhando. Muito boa essa sua escrita, muito culta.

    Estamos todos ansiosos para escutar sua voz, por mais repulsiva que seja. VAMOS! – Muito boa essa ênfase em caixa alta. Olha, você não exagerou em adjetivos, portanto… Das três partes que eu li, a segunda e esta foram as que mais gostei.

    Puta que pariu! Se eu tivesse no lugar desse semielfo, eu dava um soco na cara desse homem. Que coisa mais absurda isso que ele disse: Imagino que sua mãe tivesse sido violada inúmeras vezes. Confesso que fiquei com raiva desses caras.

    O garoto, isso é, Seth, o semielfo, talvez pudesse ter contratado com alguns golpes, mas entendo os motivos de ele não ter feito isso. Primeiro porque era garoto, e segundo talvez porque ele não quis se rebaixar ao nível do agressor. E tenho a impressão de que Berek irá entrar em cena na próxima parte. Olha, ficou perfeito! Escrita culta. Parabéns!

    • Opa, bem-vindo de novo, Claudeir!
      Hidëo e Atröxis são os cavaleiros que o Seth encontra no capítulo 1. (É só uma suposição que vou levantar agora, mas… será que vc sem querer não acabou pulando algumas partes do capítulo 1? Repare que ao final do texto tem uma indicação: “Páginas 1 2”. Isto é, no blog, cada capítulo tem mais de uma página. Decidi dividir para facilitar a leitura, mas acho que terminou ficando meio oculto que havia mais de uma página, hehe! O layout do blog não ajuda nesse quesito… XD)

      Sim, a razão verdadeira por que o Seth não reagiu vai ser explicada beeem depois. Por enquanto só digo que ele não reagiu porque é fraco e covarde (e muito) – o que tende a mudar.

      E confesso que fiquei satisfeito quando ouvi que a cena te deixou com raiva, Claudeir, porque era a intenção. É uma das melhores coisas que um escritor pode escutar. Se a emoção foi transmitida, então a descrição foi bem-sucedida. 😉

      Sobre se o Berek ajudará o Seth ou algo assim, isso será revelado já ao final deste capítulo. =D

      Obrigado por seguir acompanhando a história!
      Vou agora ler o seu “Os sete enigmas” e “O homem da mala preta”. Abraços!

      • Hahahaha… Sério mesmo, curti essa psicologia do Seth. Quer dizer então que ele é um fracote e covarde, muito bom. Mas que com certeza vai mudar ao longo da história. Disse eu tenho certeza! Continue escrevendo assim, e sobre os cavaleiros do capitulo um. Bom, é que as vezes eu tenho memória curta mesmo, hehehe… Mas já estou lembrado. Nossa, eu fico impressionado com a sua maneira de juntar um pouco de psicologia e literatura, isso é algo fascinante. Você sabe trabalhar bem com a psicologia de personagens. Realmente, é muito gratificante poder ler teus contos, como no caso, Céu Azul e aquele um que tem uma mulher que batalha na esgrima contra um cavalheiro. Show de bola!

      • Hehe, obrigado! Você é sempre bem-vindo.

        Nah, e não é memória curta, relaxa! Fui eu quem forcei a barra colocando como parâmetro de comparação personagens que mal tinham aparecido na história. Além do mais, você deve ser o leitor mais prolífico que conheço, logo é natural que alguns detalhes se percam. Sei como é isso. Leitura demais nunca é ruim. O único porém é que a memória às vezes é pressionada aos limites, não consegue acomodar o volume de palavras que lemos. É assim mesmo, mas não devemos reduzir o ritmo da leitura por isso, né? =)

  3. Passando aqui só pra agradecer pela dica que me deu lá no ONE sobre o Não diga, me mostre. Show de bola! É tudo que eu precisava para melhorar meu diálogos. Tem muitas coisa a melhorar, mas acaba ficando com um pouco de receio de detalhar e colocar coisas demais e por isso acabam ficando as vezes sem conseguir fazer o leitor sentir a cena e não apenas ver. Afinal de contas, literatura envolve psicologia, neocortex e eu considero uma ciência, assim como a sétima arte. Pois quando interagimos com a leitura e nos aprofundamos, como se estivéssemos dentro da história, é algo que faz toda a diferença. Trabalharei mais nisso, e com mais calma também. Se um dia eu publicar uma dessas histórias que volta e meia eu coloco no site lá. Farei questão de colocar o nome das pessoas que me ajudaram a construir. Tipo, referência.

    Tipo aquela parada… Agradecimentos especiais… Hehehe… Como posso dizer: Dedico essa obra aos amigos que me ajudaram… Fulano de tal, parara parara tarara… kkk… Acho que exagerei agora. Mas é sempre bom poder comentar em seus contos, você trabalha bem com o famoso Don-t tell me, Show-me. Até outro dia e boa noite! 🙂

    • Opa, não foi nada! Aliás, fico feliz que não tenha recebido mal os comentários. 🙂
      A verdade é que tudo que falei não passa de achismo. A meu ver, na escrita não existem mestres nem aprendizes. Quando um escritor experiente se mete a escrever uma nova obra, creio que ele volta a ser novato no momento em que olha para a folha em branco. Nessa hora não sabemos muito como prosseguir, porque não há regras. Há algumas recomendações, mas elas não são infalíveis, pois o gosto do leitor é incrivelmente versátil, e o que não funciona para um pode funcionar para outro. Daí que, ao escrever, nós sempre estamos ensaiando, nos arriscando, e o resultado às vezes dá certo, vezes outras, não.

      Reafirmo o que disse lá no ONE: suas ideias são geniais, nunca li nada parecido. E você tem predisposição para pesquisar. Quando escreve, o faz com entusiasmo. Esses aspectos são importantíssimos. Falta só revisar, e as dicas podem ajudar nesse quesito. 😉
      Abraços! o/

  4. Passando aqui para lhe agradecer pela opinião que me deu sobre os Sete Enigmas da Esfinge. Você apontou dois fatores importantes para minha fantasia. E também passei aqui para dizer-lhe que teve uma pessoa lá no meu Twitter que gostou da sua história e até me pediu o capitulo um. Postarei no Twitter o link e tomara que ela comente aqui ou lá no ONE. Abraços!

    • Não foi nada!
      Mas é aquilo que eu disse no e-mail: fico meio receoso de dar palpite num trabalho ainda não publicado, porque (e vou ser redundante aqui) meu palpite não passa de mero palpite, hehe!
      Quando o texto já está publicado, com várias pessoas lendo você pode ter um feedback mais abrangente – ao passo que, se só eu opino, o feedback acaba sendo parcial e tendencioso, pois eu inevitavelmente vou avaliar a história com base em minhas manias de estilo. =P Por isso na revisão me ative a aspectos bem formais mesmo, detalhes e tal. Mas que bom que ajudei um pouco. =)

      Opa, que ótimo que alguém se interessou! Agradeço imensamente a divulgação, Claudeir. =D
      Continuarei postando a história e outras coisas. O blog está meio parado por causa da semana de provas. Estou cheio de ideias para posts, mas a falta de tempo e a preguiça têm me impedido de pô-las em prática. Abraços!

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